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Cenas insólitas - história sem filtro

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Preservar o interesse geral contra as empresas... E contra o Estado a defesa dos bens comuns, uma bandeira agregadora para a Esquerda?

Escrito por master.

Espaço PúblicoRenascida nos anos 1980, a noção de “comuns” ou “bens comuns” conhece uma popularidade crescente entre militantes de esquerda. Quer trate do fornecimento de água potável ou de softwares livres, a gestão coletiva afronta o mito de que a privatização garante eficiência. Mas seus partidários desconfiam também do Estado, a quem atribuem um papel circunscrito

por: Sébastien Broca
diplomatique.org.br/
Crédito da Imagem: Sandra Javera


No dia 11 de janeiro de 2016, o secretário do Partido Comunista Francês, Pierre Laurent, apresentava seus votos pelo novo ano que começava e descrevia “a sociedade que queremos”: “Um novo modelo de desenvolvimento no qual o social e a ecologia se conjuguem pelo ser humano e pelo planeta, por uma sociedade do bem viver e do bem comum”. “Bem comum”? Do outro lado do tabuleiro político, o dirigente do Movimento pela França, Philippe de Villiers, refere-se ao mesmo conceito, mas para justificar o recuo do Estado para o qual trabalha: “O Estado não existe mais como fornecedor do bem comum. Ele não tem nenhum direito sobre nós”.1

P2P e Comuns: entre Pós-Capitalismo e cooptação

Escrito por master.

Capitalismo compartilhadoAs lógicas sociais que criaram a Wikipedia e o software livre são embriões um novo modo de produção? Como o sistema tenta capturá-las? Qual a contra-ofensiva possível? Guia para entender um dos debates cruciais do século 21

Por Michael Bawens e Vasilis Kostakis | Tradução: Inês Castilho | Imagem: Stelios Faitakis
http://outraspalavras.net/

Desde que Marx identificou as fábricas de Manchester como o modelo para a nova sociedade capitalista não há uma transformação mais profunda dos fundamentos de nossa vida social. No momento em que o capitalismo enfrenta uma série de crises estruturais, uma nova dinâmica social, política e econômica está emergindo: o peer to peer, ou pessoa a pessoa (P2P)1.

O que é pessoa-a-pessoa? E por que é importante na construção de um futuro baseado nos bens comuns [tratados no texto como Comuns, a partir deste ponto]? Essas são as perguntas que tentamos responder, ao articular quatro de seus aspectos:

Em defesa da universidade pública: um texto inédito de Dau Bastos

Escrito por master.

UPEscritor refinado, intelectual preparadíssimo, acadêmico de currículo brilhante, o professor de literatura Dau Bastos entrou em contato comigo hoje para falar de um livro que a editora da UERJ, a Eduerj, está preparando, com textos em defesa da universidade pública. Bastos me enviou, em primeira mão, o texto que escreveu especialmente para este livro.

Segue o texto de Bastos. E vida longa à UERJ e à universidade pública.

Fora Temer!
Miguel do Rosário
http://www.ocafezinho.com/

Pelo combate contínuo

Por Dau Bastos*

Em março de 2013, cheguei à Universidade de Stanford para um pós-doutorado de um ano, durante o qual planejava estudar a recepção da ficção brasileira contemporânea nos campi estadunidenses. Meu supervisor, Hans Ulrich Gumbrecht, conhecido como Sepp, sugeriu que, além de realizar minha pesquisa, eu frequentasse eventos e cursos de nossa área.

Perez Esquivel propõe a Não Violência Ativa

Escrito por master.

BrutalidadeCapitalismo militariza-se a cada dia e não é possível vencê-lo pela força, diz Nobel da Paz. E acrescenta: rejeitar a brutalidade é o oposto de ser passivo

Entrevista a Daniel Santini | Imagem: Albin Egger Lienz
http://outraspalavras.net/

Desde 2013, três estados da região Norte do Paraguai encontram-se em estado de exceção permanente, ocupados por tropas das forças armadas. Designados originalmente para combate emergencial ao Exército do Povo Paraguaio (EPP), grupo guerrilheiro que tem como estratégia a realização de sequestros, os militares instalaram-se e passaram a policiar de maneira contínua os estados Amambay, Concepción e San Pedro. A ação de “pacificação” do território, que não tem data para acabar, não só não resolveu o problema com o EPP, como gerou outros, não faltando denúncias, por parte da população, de violações graves de direitos humanos. Na lógica de guerra instalada, quem vive na região passou a lidar com medo e estigmatização – em Assunção, as pessoas olham diferente quem vive no norte.

Defender a Filosofia, contra cegueira neoliberal

Escrito por master.

EMProjeto do governo para Ensino Médio chega ao Senado. Resistiremos: porque só uma visão não-fragmentada do mundo permite transformá-lo

Por Fran Alavina | Imagem: Pieter Bruegel, The Parable of the Blind Leading the Blind, 1568
http://outraspalavras.net/

De novo, querem nos calar! De fato, não se trata de nenhuma novidade. Contra o silêncio da dúvida que precede toda contestação, querem impor o emudecimento forçado. Com efeito, a história da Filosofia está marcada por tentativas de fazer calar a potência do pensamento. Não foi assim contra Giordano Bruno, morto pela inquisição vaticana por ter nos mostrado as possibilidades abertas pelo alcance da infinitude? Não foi assim também com Walter Benjamim, perseguido até a morte pelos nazifascistas? Nessas, e em tantas outras tentativas, mesmo naquelas ocasiões em que os filósofos não são mortos, trata-se de realizar ações violentas contra uma forma de saber que sempre se coloca contra toda imposição.