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Distopia 2050

Escrito por master.

DistopiaComeçou há 33 anos. O monstro pedia mais combustíveis fósseis; não fomos capazes de freá-lo. Então, emergiu a AntiPolítica. Parece tão distante… agora, as crianças já não podem compreender o que eram países, ou sociedades

Por John Feffer | Tradução: Inês Castilho
http://outraspalavras.net/

Certa vez, há muito, muito tempo, testemunhei diante da grande assembleia de nossa terra.

Quando descrevo esse fato para as crianças, hoje, soa como um conto de fadas. Em certo tempo – antes do mundo estilhaçar-se num milhão de pedaços – essa velha mulher era uma jovem idealista que tentou persuadir nosso poderoso Congresso de que um monstro estava perseguindo nossa terra.

“Eles acreditaram, tia Rachel?” – as crianças me perguntaram.

Cientistas em guerra: Newton, Leibniz e o cálculo infinitesimal

Escrito por master.

Isaac NewtonA briga mostrou Newton colossal, vingativo e complexo; o cientista, mas também o mago e o místico

ANTONIO J. DURÁN
https://brasil.elpais.com/

A disputa mais célebre da história da ciência foi protagonizada por Isaac Newton e Gottfried Leibniz há 300 anos. O objetivo da árdua briga, que marcou o procedimento para resolver – ou pelo menos tentar – conflitos posteriores desse tipo, era determinar a prioridade no descobrimento do cálculo infinitesimal. Foi nessa polêmica que Newton cunhou uma frase que ainda seria ouvida muitas vezes: “Os segundos inventores não têm direitos.”

O sucesso do plano para reviver a Guerra Fria nos Estados Unidos

Escrito por master.

VNO tema do momento para o establishment político-midiático nos EUA é a interferência do governo de Putin nas eleições presidenciais norte-americanas

Vicenç Navarro *
http://www.cartamaior.com.br/

Se você viajar aos Estados Unidos neste verão e se dedicar a ler alguns dos diários mais importantes do país, como o New York Times, o Washington Post e o Los Angeles Times, ou se quiser ver os canais de maior audiência, como CBS, ABC e NBC, perceberá que o grande tema do momento para o establishment político-midiático é o das interferência do governo de Vladimir Putin ou de agências ligadas a ele nas últimas eleições presidenciais norte-americanas, através da qual supostamente entregaram à equipe de Trump toda a informação possível, conseguida após hackear ilegalmente os quartéis-generais do Partido Democrata, facilitando a vitória do magnata sobre a candidata Hillary Clinton.

Tribunal de Justiça legitima genocídio dos negros

Escrito por master.

Racismo 2"Quando um tribunal de justiça decide aplicar, como em uma humilhação pública no pelourinho, a desqualificação do ser humano não branco, se confirma a institucionalização do racismo e a legitimação do genocídio dos negros. É urgente se colocar visceralmente em oposição a este que tem sido o maior genocídio brasileiro. O qual, juntamente com o etnocídio e o feminicídio, é a estrutura central das formas de dominação e violência."

Por Edson Teles.
https://blogdaboitempo.com.br/

Em junho de 2013 era detido no Centro do Rio de Janeiro, em meio às manifestações contra o aumento das tarifas, Rafael Braga. Catador de material reciclável, Rafael estava próximo ao “local do crime”, apesar de não participar dos protestos, e carregava consigo duas garrafas de produtos de limpeza. Sob a alegação de porte de coquetéis molotov ele foi detido por policiais militares e a Justiça ordenou sua prisão provisória com posterior julgamento. Ao final (como se este tipo de acontecimento tivesse fim) foi condenado a 5 anos de detenção com sentença fundamentada no depoimento de um policial. As provas técnicas, favoráveis ao réu ou desqualificantes da acusação, foram desconsideradas nos laudos ajuntados ao processo. Rafael é negro, pobre, favelado. Como não poderia ser ele o criminoso?

EDUCAÇÃO E POLÍTICA - O desmonte da universidade pública e branqueamento cultural: outra estratégia do genocídio

Escrito por master.

CortesO branqueamento cultural como complemento do genocídio é um ponto de partida interessante para compreender os ataques ao direito à educação materializados pela operação de desmonte das universidades públicas estaduais e federais em curso e cujas consequências já são sentidas com maior intensidade pelos setores mais excluídos

Por: Andréia Moassab, Marcos de Jesus e Vico Melo
diplomatique.org.br/

Sem dúvida, as contribuições de Abdias Nascimento, intelectual e político negro brasileiro, são de fundamental importância à formulação de um quadro mais geral de interpretação a respeito dos retrocessos sociais acelerados pelo golpe civil-parlamentar travestido de impeachment em 2016. Abdias não se limitou a constatar o mais óbvio da violência que recai sobre grupos historicamente marginalizados como o das pessoas negras, a seletividade do direito penal ou sua exclusão do mercado de trabalho, por exemplo, mas almejou descrever e teorizar as artimanhas e as nuances de um poder cujas engrenagens se plasmam em diferentes estratégias de exclusão simbólica e cultural dos sujeitos por ele subalternizados. Algo assim tornou possível discutir, já nos finais da década de 1970 e em plena ditadura militar, o extermínio físico da população negra, afrodescendente e indígena atrelado ao embranquecimento cultural como a face oculta ou pouco debatida desse extermínio, sua condição de possibilidade. Nisso parece estar sua contribuição maior: o reconhecimento da estreita e íntima relação entre a modernidade capitalista e a racionalidade do extermínio (colonialismo), sendo aquela alimentada por esta.