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A campanha de imprensa que levou Getulio ao suicídio, por André Araújo

Escrito por master.

GVpor André Araújo
http://jornalggn.com.br/

A crise politica que levou o Presidente Vargas ao suicídio em 24 de agosto de 1954 foi em grande parte montada pela imprensa carioca, naquela época a mais importante do Pais pela quantidade e peso dos jornais, pela alta qualificação dos colaboradores, parte deles grandes escritores da nata da literatura brasileira do século passado. Os donos e diretores dos jornais estavam no centro da elite social e econômica do Pais e sua influencia era proporcionalmente maior que hoje, havia uma interpenetração da politica no jornalismo e vice-versa.


A linha de frente da imprensa carioca era anti-Vargas por uma serie de razões históricas, o terceiro tempo desse grande estadista da politica brasileira era voltado para uma linha que poderia se chamar de centro esquerda, nacionalista e desenvolvimentista, que desagradava aos chamados “setores conservadores” da sociedade e da politica brasileiras, que curiosamente apoiaram fortemente o mesmo Vargas nos quinze anos entre 1930 e 1945 e o temiam especialmente no período ditatorial do Estado Novo, quando Vargas era reverenciado.

Escola Sem Pinto

Escrito por master.

Escola sem pintoELIANE BRUM
http://brasil.elpais.com/

Como a tentativa de censura a um livro didático no norte do país mostra que, no Brasil atual, a ignorância não é apenas uma tragédia nacional, mas um instrumento político usado por milícias de ódio

No final de março, um grupo de pais de uma escola pública estadual da cidade de Ji-Paraná, no norte do Brasil, entregou um abaixo-assinado ao Ministério Público de Rondônia. Eles exigiam a retirada da sala de aula de um livro de ciências cujo conteúdo de educação sexual seria “impróprio” para alunos da oitava série do ensino fundamental. O desenho de um pênis ereto, usada pelas autoras da obra didática para explicar o funcionamento do órgão, é um dos principais motivos da tentativa de censura. O pinto duro não deveria estar lá.

"Uberização" da educação: saem pedagogos e Construtivismo, entram gestores e neurociências

Escrito por master.

UberWilson Roberto Vieira Ferreira

http://cinegnose.blogspot.com.br/

O País está hipnotizado pelo show diário de meganhagem midiática de colarinhos brancos sendo levados presos por cinematográficos policiais federais com suas reluzentes botas e armas negras. Porém, a passos lentos mas seguros, no subterrâneo desse espetáculo de moralização nacional está ocorrendo uma revolução silenciosa que vai determinar o futuro das próximas gerações: reformas educacionais que estão impondo uma agenda secreta, a gestão de um novo projeto de nação. Sai o Neodesenvolvimentismo lulopetista para entrar o Capitalismo Cognitivo. No campo educacional, sai o Construtivismo de Piaget para entrar as neurociências aplicadas à educação, turbinada por ONGs e institutos privadas do indefectível mundo financeiro. Saem pedagogos, entram engenheiros e gestores. No lugar de valores como autonomia e conhecimento entram “disparos neuronais” e “sinapses” para formar futuros profissionais que não mais lidarão com conhecimentos, mas com “efeitos do conhecimento” das plataformas tecnológicas - a "uberização" da educação.

Fala-se que o governo do desinterino Michel Temer carece de um projeto de nação: desmancha conquistas sociais, sucateia o patrimônio nacional e saqueia os cofres públicos correndo contra o tempo enquanto as delações premiadas não entregam todo mundo.

‘Quando me falam em escola neutra, eu fico arrepiado, porque ela é mais ideológica do que a outra’

Escrito por master.

Licínio1Luís Eduardo Gomes
http://www.sul21.com.br/

Na última terça-feira (11), o professor português Licínio Lima, catedrático da Universidade de Minho, em Portugal, ministrou a aula inaugural do curso de formação continuada “Gestão democrática: da avaliação ao planejamento participativo nas escolas estaduais do Rio Grande do Sul”, oferecido em parceria pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) para diretores de 2,5 mil escolas estaduais e representantes das 30 Coordenadorias Regionais de Educação (CRE). O tema da conferência do professor Licínio: “Por que é tão difícil democratizar a escola?”.

Em uma conversa de cerca de 40 minutos com o Sul21, após o encerramento de sua aula, o professor tentou responder a pergunta acima, argumentando que é muito difícil para governos, a partir de projetos políticos, modificarem o modelo atual de escola, desenvolvido em razão da revolução industrial e ainda muito voltado para a produção fabril, mas já enraizado na sociedade. De outro lado, pondera que, sem que os governos abram mão de controlar o processo, sem a democratização das escolas, sem a participação das comunidades – professores, pais e alunos -, é impossível construir uma nova escola adaptada aos tempos atuais, que seja mais interessante aos alunos e menos controladora e hierarquizada que a de hoje.

Estados Unidos e Unilateralismo - em nome da lei americana…

Escrito por master.

ImperiumCompanhias europeias tiveram de pagar aos Estados Unidos mais de US$ 40 bilhões nas últimas décadas. A justiça norte-americana as acusa de não respeitar sanções determinadas por Washington (e não pelas Nações Unidas) contra determinados Estados. O direito torna-se então uma arma para absorver ou eliminar concorrentes

por: Jean-Michel Quatrepoint
www.diplomatique.org.br/
Crédito da Imagem: Tulipa Ruiz

“Estamos diante de um painel de legislações norte-americanas extremamente complexo, com uma intenção precisa, que é utilizar o direito para fins de imperium econômico e político para obter vantagens econômicas e estratégicas.” Em 5 de outubro de 2016, o deputado republicano Pierre Lellouche não mediu palavras diante das comissões de Relações Exteriores e das Finanças da Assembleia Nacional, em Paris. Ele apresentou ali o relatório da missão de informação sobre a extraterritorialidade do direito norte-americano.1, cuja leitura “dá frio na espinha”, segundo os termos do deputado socialista Christophe Premat.