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Cenas insólitas - história sem filtro

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Foucault, as Palavras e as Coisas

Escrito por master.

FoucaultÉ sintomático que Temer odeie o termo “golpe”. Nas “democracias” esvaziadas, não se tenta usurpar apenas o poder político, mas também o sentido dos termos. Por isso, a Resistência é também um ato linguístico

Por Fran Alavina // http://outraspalavras.net/

Parafraseando um texto clássico de Michel Foucault, As palavras e As Coisas [Le Mots et Les Choses] que agora em 2016 completa 50 anos de sua primeira edição, podemos afirmar que o poder se exerce sobre as palavras e as coisas. E nesses dias trágicos da vida nacional popular, tal se mostra cada vez mais claramente. O pensador francês nos faz ver ao longo de sua obra, arguta e perspicaz, que o poder não se exerce apenas sob a forma dos aparelhos repressores — ou seja, o poder não é apenas aquele que se impõe pela força física, pela coação do corpo. O poder também se faz no e por meio dos discursos. Mesmo aqueles que não são proferidos dos clássicos lugares do poder, são discursos de poder. Por isso, o caráter discursivo do Golpe não é menor que seu caráter político. São indissociáveis, pois não há política sem discurso, não há vida política sem a ação das palavras que significam e ressignificam as coisas. Sem a palavra, sobra ao poder apenas a coação física, mas esta forma, embora possa ser mais rápida e direta, é menos sutil, portanto mais fácil de ser denunciada. Espinosa, pensador seiscentista, ao denunciar os mecanismos de poder, nos lembra que: “o maior poder é aquele que reina sobre os ânimos (…)”1. Ora, mas como se estrutura esse poder que dispensando a força física, se exerce diretamente sobre os ânimos? Ele se estrutura pelos discursos, é sustentado pelas palavras, uma vez que há uma vinculação direta entre os nossos ânimos e os sentidos das palavras e das coisas.

Estupro: o que a mídia esconde

Escrito por master.

EstuproPesquisa mostra que país está maduro para educação de gênero: 91% dos entrevistados acham que meninos devem ser ensinados a respeitar as mulheres

Por Rachel Moreno // http://outraspalavras.net/

Uma pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública com o Instituto DataFolha, realizada em setembro e amplamente divulgada recentemente*, reacendeu a polêmica que tomou conta do noticiário, algum tempo atrás, sobre o que se institucionalizou chamar de “cultura do estupro”.

Mais uma vez, a mídia que divulgou a pesquisa colocou, no centro da discussão, a responsabilidade das mulheres – na escolha do jeito de se vestir – a quem 30% da amostra atribuiria a culpa pelo estupro.

O que pode um voto nos tempos de sua desmoralização?

Escrito por master.

DonoMarcia Tiburi

http://revistacult.uol.com.br/

As eleições municipais estão aí. Votaremos novamente em poucos dias em pessoas que podem se tornar vereadoras e prefeitas e, ao ocupar esses cargos, decidirão sobre o destino dos cidadãos que habitam as cidades.

O golpe (midiático, legislativo, corporativo, judiciário) vivido há pouco pelos brasileiros, nos coloca a questão do voto de um modo absolutamente novo. Votar depois da Ditadura Militar foi algo bem diferente do que é votar hoje depois do golpe de 2016.
A pergunta que se coloca diz respeito ao significado do ato de votar para os cargos eletivos nesse momento, se mais de 100 milhões de votos foram desconsiderados há pouco tempo, na recente eleição de 2014, pelo processo do golpe.

A Universidade e a crise nacional

Escrito por master.

UniversidadeNeste momento de riscos e ameaças é fundamental que a universidade se posicione, como fez em outros momentos históricos importantes.

Andrea Caldas* // http://cartamaior.com.br/

A instabilidade política e econômica em curso no Brasil não é algo genérico. Ela se materializa em uma série de medidas restritivas e de perda de direitos em várias áreas.

Trata-se de uma investida coordenada de desmonte do legado da Carta Constitucional de 88, como marco civilizatório.

Entre o golpe e a palavra em suspenso

Escrito por master.

El ToroNunca foi tão verdadeira a sentença do poeta Torquato Neto: “Leve um homem e um boi ao matadouro. O que berrar primeiro é o homem, mesmo que seja o boi”

Por Rosemberg Cariry | http://outraspalavras.net/

Há momento em que o desânimo chega, e, diante de um mundo que se desfaz, a necrofilia triunfa como bandeira do grande mercado, e a ideologia da direita e do neoliberalismo triunfam ante a fraqueza e os erros dos homens de bem. De que valeram todas as lutas dos trabalhadores pelas significações do trabalho e da vida? De que valeram todas as lutas pela libertação da mulher? De que valeram todas as lutas contra as intolerâncias e os racismos? De que valeram os sangues derramados por todas as bandeiras da justiça, se o que hoje vemos é o triunfo do ódio, da ganância capitalista, da guerra, da violência e da morte? De que valeram os milhares de sacrificados se, por fim, triunfou a estupidez, a intolerância, o fundamentalismo, seja ele da Bolsa de Valores, do Grande Mercado, da Grande Imprensa, do Estado Islâmico ou das Igrejas Neopentecostais que pregam as novas cruzadas, as novas guerras religiosas, em nome de um Deus capitalista e insensível aos direitos humanos, à diversidade cultural e às liberdades básicas dos povos?