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Cenas insólitas - história sem filtro

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Estudantes Federais têm desempenho coreano em Ciências, mas MEC ignora

Escrito por master.

Escola Federal

https://theintercept.com/

ALGUÉM ESTÁ PRECISANDO de aulas de matemática – e não estamos falando dos alunos da rede de ensino federal. Depois de “equivocadamente” deixar os institutos federais de fora da divulgação de resultados do Enem, agora, o Ministério da Educação minimiza o bom desempenho das escolas públicas federais em outra avaliação: o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em que o Brasil ficou em 63º lugar entre 72 países.

O exame avalia jovens de 15 anos, independentemente do ano escolar em que se encontrem, e compara a qualidade de ensino em diferentes países em três áreas: Ciência, Leitura e Matemática. A nota reúne os resultados de escolas públicas e particulares. Assim como em outros anos, o Brasil ficou abaixo da média internacional. Em meio ao lamentável resultado, no entanto, escolas federais obtiveram ótimos índices.

Estudos Científicos Apontam Religião como Histórico Fator de Tensão Social

Escrito por master.

Religiõeshttp://port.pravda.ru/

Novos estudos científicos negam histórico mito pacificador das grandes religiões. Uma síntese da realidade, histórica, política, social e religiosa (reforçada por exposição de documentos secretos dos porões do poder), explica por que, ainda assim, elas crescem vertiginosamente e, quanto mais se multiplicam, mais geram divisões ferozes e muita guerra - sob a bênção dos poderes políticos

Os frágeis alicerces psicológicos das religiões dominantes e dominadoras, que manipulam como poucas instituições o imaginário coletivo, são inversamente proporcionais aos alicerces materiais de suas cúpulas e a todo o aparato à disposição - incluindo instituições estatais, a mídia e a propaganda. Tudo isso a fim de dominar e acumular riquezas, em um blindado sistema de privilégios completamente verticalizado e bem menos transparente que o próprio sistema político corrupto.

Sem bibliotecas não há educação perfeita

Escrito por master.

Bibliotecahttp://port.pravda.ru/

"Só quem tem fé em si é capaz de ser fiel aos outros..."

(Erich Fromar)
Para Monteiro Lobato

Nenhum projeto pedagógico é confiável, se no seu contexto - mesmo de interdisciplinaridade - não pensar a inclusão do estatuto da Biblioteca como suporte assistencial-humanista no próprio processo ensino-aprendizagem.


Sem Biblioteca não há Educação que se preze. Mestres e Alunos trocam relações-lições. Passa por aí a visão da reciprocidade, a didática salutar, o básico conteúdo importantíssimo, claro, e como instrumentalização direta e imediata, a indispensável Biblioteca enquanto ótimo acervo-sustentação de um objetivo, um propósito, um estágio seqüencial evolutivo, até como retaguarda epistemológica, inclusiva e fundamental também a partir disso. Professor que não utiliza livros (assim mesmo no plural) desconfie. Leituras e releituras como um todo são importantes. Professor que despreza esse espaço-opção não é bom professor.


Livro é tão hábil-útil quanto pode ser o giz, um apagador, a lousa, a informática, a história em quadrinhos, o teatro, a banda de rap: livro é tudo. Professor que não facilita a biblioteca (e seu acervo) aos alunos, é, de certa forma, um profissional com precariedade inerente, um professor limitado. E cego de alguma forma, portanto. Se o pior ignorante é o cidadão que sabendo ler não lê, o que dizer de um educador que sabe pensar e não pensa; que deveria criar e não cria, que deve preescrutar horizontes e não saca o óbvio que está na cara?

Quem inventou a “Pós-verdade”?

Escrito por master.

Mentiras da mídiaDepois de distorcer sistematicamente os fatos, velha mídia queixa-se da enxurrada de mentiras difundidas nas redes sociais. Faz sentido: os oligopólios não toleram concorrência
 
Por Neil Clark | Tradução: Vila Vudu
 
“Querem me dizer que esse gás sarín não existe?!”
(General Collin Powells, exibindo uma “prova” na ONU)
 
Os Dicionários Oxford escolheram “pós-verdade” como a palavra do ano. “Notícias falsas” e política “pós-verdade” foram declaradas culpadas pelo resultado a favor de o Reino Unido separar-se da UE, e pela vitória de Donald Trump nos EUA.
 
Como se a plebe analfabeta e burra caísse nas “falsas notícias” que os infelizes leem na “nova mídia” e nas mentiras da perigosíssima gangue de políticos ditos populistas que só investem nas emoções mais baixas, não em “fatos objetivos”, para angariar votos. Fenômeno terrivelmente preocupante, que ameaça diretamente a civilização ocidental como a conhecemos.

A mídia brasileira e a formação de nosso povo

Escrito por master.

MídiaOmar dos Santos

De acordo com os atuais padrões socioculturais de nossa sociedade, sou um camarada esquisito. Tenho hábitos que não combinam com o que está na moda.

Não gosto de novelas, e quando as vejo, o que me chama a atenção é o assassinato da lógica e da verossimilhança, a afronta à inteligência do telespectador, a negação contumaz do decoro, afora, e isto é o mais grave, a descarada pregação da pornografia, da luxúria, da imoralidade e de todo tipo de canalhice, como se tudo isto virtude fosse.

Não leio jornais ou revistas, descobri com o “Raulzito” que sou capaz de mentir sozinho. Não tenho mais paciência para aguentar tanta abjeção dos empresários da comunicação de massa e a enorme covardia dos jornalistas.

Já fui fanático por cinema, simplório é verdade, mas quando reduzi o grau de minha imbecilidade, entendi o quanto servi de “inocente útil” ao opressor que cobra do próprio oprimido, o preço de aliená-lo a seus interesses usurpadores, sobretudo, o colonizador “ianque”.

As rádios e televisões que prestigio são verdadeiras campeãs de baixa audiência. Com isto me desobrigo da tarefa de ver as mesmas caras, ouvir as mesmas falas e as mesmas músicas, assistir ao mesmo circo de horrores que são os noticiários. Não tenho que me irritar com as mesmas tendenciosidades e parcialidades com que são veiculadas as notícias. Acima de tudo, eximo-me de testemunhar o verdadeiro e cotidiano atentado que os “doutos profissionais da palavra” cometem contra a nossa língua e cultura.